As cortinas dançam suavemente enquanto gotas de orvalho
refletem o lamento de um blues arrastado.
Pela janela entreaberta ouve-se o silêncio vindo de fora.
Imagens trafegam escondidas para além do real
enquanto a noite prossegue ao ritmo da rotação do planeta.
Sirenes interrompem sem pedir autorização.
Será a polícia com licença para matar
ou ambulâncias salvadoras ?
A aflição está em algum lugar,
para o bem ou para o mal.
Melhor não olhar.
Tiros...
Alguém vai chorar.
Carlos Fidelis: Memorial da Pandemia projeta um pacto de Responsabilidade
Sanitária
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Transformar a experiência trágica em aprendizado institucional
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Responsabilidade Sanitária...
Há 4 horas
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